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Papa Francisco recorda jornalistas assassinados e ressalta que a liberdade de imprensa é necessária

Em um discurso à Associação de Imprensa Estrangeira na Itália, ele pediu que jornalistas combatessem a difusão de informações falsas

Em um discurso à Associação de Imprensa Estrangeira na Itália, ele pediu que jornalistas combatessem a difusão de informações falsas
DANIEL JÚNIOR 18/05/2019 98
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O Papa Francisco fez homenagens, hoje (18), a jornalistas assassinados enquanto trabalhavam. Ele disse que a liberdade de imprensa é um indicador chave da saúde de um país.

Em um discurso à Associação de Imprensa Estrangeira na Itália, ele pediu que jornalistas combatessem a difusão de informações falsas.

Também os incentivou a serem humildes e a relatarem histórias de pessoas em dificuldades que não aparecem nas manchetes, mas continuam sofrendo. Ele mencionou, especificamente pessoas das etnias Rohingya e Yazidi.

Francisco havia acabado de ouvir a presidente da associação, Patricia Thomas, da televisão da agência Associated Press, falar sobre jornalistas assassinados, presos, feridos ou ameaçados pelo trabalho que fazem.

Ela mencionou a jornalista Lyra McKee, morta a tiros cobrindo uma manifestação na Irlanda do Norte, a maltesa Daphne Caruana Galizia, morta em um carro-bomba em 2017, e o colunista do "Washington Post" Jamal Khashoggi, assassinado no consulado saudita de Istambul, no ano passado.

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